Publicado por: caetanosdecima | 09/07/2016

CAETANOS DE CIMA REALIZA 7º TERREIRO CULTURAL

Ao som dos tambores do coco, do berimbau e de músicas juninas, num terreiro demarcado a beira da praia e aquecido pela fogueira, o 7º Terreiro Cultural aconteceu na última terça-feira (28/6), na comunidade Caetanos de Cima (Amontada-CE). O evento reuniu cerca de 300 pessoas entre moradores da comunidade, de outras comunidades próximas, amigos/as e parceiros/as; a organização, por sua vez, ficou por conta da juventude local e outros militantes comunitários.

A ideia de um momento para reunir as apresentações culturais da comunidade surgiu em 2014, conta Valneide Sousa, a partir da Especialização em Arte, Cultura e Educação da Campo, da qual a mesma participava à época, que propôs uma pesquisa-ação. Ao apresentar a proposta para a comunidade, os jovens se interessaram e assim começou o evento. “O Terreiro é importante demais. Por ser comunidade tradicional, a gente tem que manter nossa memória, nossa cultura viva”, explica Gracielle Sousa, umas das jovens que atua na organização da atividade.

No início, aconteciam dois Terreiros Culturais no ano: um nos festejos de São Pedro, em junho, e outro nos festejos de Nossa Senhora das Graças, em novembro. “Mas a gente só sentia que o Terreiro tinha acontecido mesmo quando era na praia”, reflete Gracielle. Isso, somado a quantidade de recursos necessários para a atividade, reduziu a frequência do evento para apenas uma vez por ano, sempre no dia 28 de junho, véspera do dia de São Pedro.

Em 2016, o Terreiro Cultural teve apresentações de dança contemporânea, dança do coco, quadrilha, teatro, batuque das mulheres (este, vinculado ao projeto Fale sem Medo), e capoeira, além de duas quadrilhas de outra comunidade. Para Vylena Sousa, uma jovem que integrou quase todas as apresentações da noite, é importante “mostrar outro lado da comunidade, como a dança contemporânea e a capoeira. O Terreiro Cultural valoriza os grupos da comunidade. É um momento de comunhão, junta todo mundo num momento só”.

Fonte: Instituto Terramar
Foto: Joana Vidal

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